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domingo, 5 de novembro de 2017

O Maior Terremoto da História do Municipio de Poço Branco - RN e do Rio Grande do Norte

Há 31 anos atrás, no dia 30 de novembro de 1986, as 5 horas, 19 minutos e 48 segundos aconteceu o maior terremoto da história do Rio Grande do Norte, e o que mais causou danos materiais no Brasil. O tremor de 5.1 pontos na escala Richter danificou 3000 residência na cidade João Câmara e arredores, na época a cidade tinha 35.518 habitantes, que após o evento reduziu quase que pela metade já que muitos com medo de repetições abandonaram a cidade. Devido ao forte estrondo que rachou casas e derrubou paredes, muitas pessoas que não foram embora passaram a dormir em tendas improvisadas nas ruas. Nos dias que se seguiram, o Rio Grande do Norte recebeu a visita de ministros do governo José Sarney. O ministro do Interior da época, Ronaldo Costa Couto, foi a João Câmara e anunciou a liberação de Cz$ 2 milhões (dois milhões de cruzados) para recuperar os danos provocados pelo tremor. O governador de então, Radir Pereira (que substituíra José Agripino, eleito senador), decretou estado de calamidade pública. Os tremores ocorreram na falha de Samambaia que tem 38 km de extensão no Rio Grande do Norte e é a maior falha geológica do país,, fica ao lado da falha de Poço Branco que é menor mas que também pode ter ajudado a propagar os abalos.





Fonte: Cidade de Poço Branco - RN
https://www.facebook.com/pocobrancocity/?ref=py_c

sexta-feira, 3 de março de 2017

COORDENADOR DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE NO ESTADO É UM POÇOBRANQUENSE

CAMPANHA DA FRATERNIDADE DEFENDE BIOMAS BRASILEIROS


Os biomas brasileiros são o tema da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica em 2017. A intenção deste ano é envolver a população que mora em uma dos seis biomas brasileiros (Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampas e Pantanal) em defesa da vida humana e da natureza nesses lugares. No Rio Grande do Norte, a atenção está direcionada para a Mata Atlântica, no litoral, e Caatinga Sertão. Este ano é a oitava vez que a igreja aborda a relação do ser humano com a natureza na campanha, que ocorre anualmente há 53 anos em todo Brasil.

De acordo com o coordenador no Rio Grande do Norte, padre Robério Camilo da Silva, as várias abordagens voltadas para os recursos naturais já deram resultados. O programa de adutoras, instalado no Rio Grande do Norte nos anos de 1990. é um exemplo disso segundo o sacerdote. “O Monsenhor Expedito, profeta das águas, convocou, em Santa Cruz, um grande evento com deputados e vereadores e, naquela dia, ele não permitiu que fosse dada água, por quatro horas, nesse evento para que todos sentissem o que é ficar sem água”, lembrou.

A campanha tem oito objetivos específicos. Dentre eles estão a articulação com a sociedade civil e a tentativa de comprometer as autoridades públicas na defesa do tema. Para transformar em realidade às bandeiras da campanha, o diálogo com o poder público acontece por meio dos parlamentos. “Faz parte da cultura da Campanha da Fraternidade de Natal, audiências públicas na Câmara de Vereadores de Natal e na Assembleia Legislativa.  A gente debate o tema com quem faz as leis”, acrescentou Robério Camilo. Conforme o padre, professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) são chamados para dar base técnica ao discurso. As audiências deste ano ainda não têm data para acontecer.

O arcebispo de Natal lembrou de outras campanhas que inicialmente apresentaram bons resultados. “Tivemos uma campanha para a coleta seletiva do lixo, que deu um resultado, não digo que foi só pela campanha, mas contribuiu. Depois da campanha, desmoronou, ficou esquecida no tempo. Quase não vemos, a não ser em alguns órgãos públicos que, com mais cuidado e recursos, ainda estabelecem essa prática”, avaliou o arcebispo.

Dentre os objetivos específicos da campanha, não há previsão de diálogo com a iniciativa privada. “Somente no discurso geral. Como as paróquias estão presentes no chão dos biomas, então os sacerdotes e leigos estão sempre de olho no que pode acontecer”, disse o coordenador. Ele reconhece que o  momento é importante para discutir um modelo de desenvolvimento. “Uma temática muito importante é a discussão do modelo econômico que a gente tem.  É uma economia que tem que dialogar com a ecologia, onde a centralidade não é o dinheiro, é a pessoa, a natureza”, completou.
A Igreja conta com sua capilaridade para expandir a discussão deste ano pela  sociedade. Os biomas são conjuntos de espécies animais, vegetais e ambientes naturais próprios em uma determinada região.
 
FIM DE SEMANA

Para marcar o início da campanha, nascida no Rio Grande do Norte há 55 anos (depois expandida para o Brasil), a igreja deverá realizar grandes eventos em todo o Estado. Na próxima sexta-feira, os potiguares serão anfitriões da abertura oficial da Campanha da Fraternidade de 2017 da Regional Nordeste 2, que congrega também Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Representantes de 21 dioceses estarão aqui para um seminário,  na cidade de Caicó, na noite de amanhã. No sábado, o povoado de Trangola, em Currais Novos, receberá uma visita dos bispos e coordenadores de campanhas. “É uma experiência de agricultura familiar, de reaproveitamento da água, de solo que a gente vai visitar”, contou.

Em Natal, o lançamento da campanha começa às 14h30, no Parque da Cidade, com uma programação para integração de fieis de várias paróquias. Às 16h30, haverá uma missa. No domingo, a abertura oficial no Estado está dividida em três regiões (Vicariatos). As outras duas celebrações são em São Paulo do Potengi e João Câmara.
Fonte: Tribuna do Norte


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Enfim, um não recorde climático

Por Claudio Angelo, do Observatório do Clima


Ilustração: Nasa.
Os últimos 18 meses têm sido tão pródigos em recordes climáticos que quando a Terra deixa de bater um isso vira notícia. Pois bem: dados divulgados pela Nasa nesta quarta-feira (15) mostram que o mês de janeiro de 2017 não foi o mais quente da história. Foi apenas o terceiro mais quente. Ufa.
Segundo as medições combinadas de temperatura da superfície terrestre e oceânica, o mês passado foi 0,92oC mais quente que a média do mesmo mês para o período 1950-1981. É menos que o 0,96oC de 2007, ano em que o Ártico bateu seu primeiro recorde assustador de perda de gelo. E muito menos que o horroroso 2016, quando a temperatura global chegou a 1,13oC acima da média de meados do século 20.
O ano passado foi o mais quente desde o início da série histórica de registro global, iniciada em 1880. Terminamos com uma média planetária 1,1oC mais alta do que no período pré-industrial, perigosamente próxima do 1,5oC considerado o “centro da meta” do acordo do clima de Paris. Os dois anos anteriores a 2016 já haviam batido recordes.
Só que 2016 teve uma boa desculpa para ser tão quente: foi um ano de forte El Niño, o aquecimento cíclico do Oceano Pacífico. E os El Niños, como sabem os leitores deste blog, têm o condão de jogar os termômetros para cima no mundo todo.
O não recorde de 2017 é significativo (e algo assustador), porque nós deveríamos estar agora na fase oposta do El Niño: a La Niña, que em tese ajudaria a resfriar o mundo. Ela foi detectada no segundo semestre do ano passado, depois que o El Niño desapareceu, seguido de uma fase neutra de temperatura do Pacífico. Mas a tendência subjacente de aquecimento era tão forte que o La Niña aparentemente não “colou”.
 “A La Niña não conseguiu fluir nem no oceano, nem na atmosfera”, disse o climatologista Francisco Eliseu Aquino, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Quando o Pacífico tentou reverter, o planeta ainda estava muito quente e a La Niña não conseguiu se configurar globalmente”, prossegue.
O efeito é semelhante ao de tomar um banho rápido depois de fazer exercícios puxados: por mais que a água esteja fria, o corpo continua suando por algum tempo depois.
O efeito é semelhante ao de tomar um banho rápido depois de fazer exercícios puxados: por mais que a água esteja fria, o corpo continua suando por algum tempo depois. A diferença é que o regime de aquecimento da Terra não dá sinal de que vá parar. E menos ainda no que depender da nova configuração do poder global.
Nos EUA, Donald Trump parece disposto a cumprir todas as suas promessas de campanha, que incluem “cancelar” o Acordo de Paris e acabar com a EPA (Agência de Proteção Ambiental). O plenário do Senado, dominado por republicanos, deve aprovar até o fim da semana o nome do negacionista climático Scott Pruitt como administrador da EPA – uma agência que ele passou a carreira processando. Analistas temem que Trump possa estimular outros países, em especial a Rússia, a não tomarem medidas contra as energias fósseis, o que seria desastroso para as metas de Paris.
No Brasil, onde a taxa de desmatamento na Amazônia subiu por dois anos seguidos, o presidente Michel Temer sentou-se no colo dos 244 deputados da bancada ruralista – cuja agenda para 2017 inclui eliminar o maior número possível de regulações ambientais, inclusive o licenciamento e a reserva legal do Código Florestal, o que tende a tornar mais fácil a vida de quem desmata.
No ano passado, Temer já reduziu uma unidade de conservação na Amazônia por Medida Provisória. E seu braço direito, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), estuda cortar 1 milhão de hectares de cinco áreas protegidas no sul do Amazonas, medida que beneficiaria grileiros e madeireiros locais.
Na última terça-feira (14), Temer participou de almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária – o sinal máximo de prestígio que qualquer grupo do Congresso pode almejar. No convescote, o presidente discursou: “Quando nós, no governo, dizemos que o Brasil tem rumo, a primeira direção para a qual olho é exatamente a agricultura, o agronegócio”.

O aumento do desmatamento apenas em 2016 e apenas na Amazônia elevou as emissões do Brasil em 130 milhões de toneladas de gases de efeito estufa — o equivalente a quase 7% de tudo o que o país emitiu em 2015. Temer talvez pudesse dar uma olhadinha nisso também.
Fonte: SITE O ECO - http://www.oeco.org.br

sábado, 28 de janeiro de 2017

ROTA DE COLISÃO? Astrônomo afirma que colisão de asteroide com a Terra em fevereiro pode ser catastrófica

O objeto celeste, denominado de 2016WF9, foi descoberto no
ano passado - Getty Images/Science Photo Library RF/Daily Mail
A Terra poderá destruída em fevereiro de 2017 em decorrência da colisão com o asteroide 2016WF9 que se está se aproximando do nosso planeta, conforme afirmação de um especialista em astronomia ao jornal britânico The Daily Mail.


O objeto celeste, denominado de 2016WF9, foi descoberto no ano passado. Os cientistas ainda não determinaram se se trata dum asteroide ou de um cometa sem nuvem de poeira.

O diâmetro deste objeto é de um quilômetro. Conforme o astrônomo citado pela Daily Mail,este objeto veio do sistema de Nibiru, planeta hipotético do Sistema Solar, cuja existência ainda não foi comprovada.


Apesar do fato de a NASA ter afirmado que o objeto não ameaça a Terra, o analista que fez a afirmação ao Daily Mail está convencido que os astrofísicos da agência aeroespacial norte-americana estariam escondendo a verdade.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Solstício

Solstício

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Iluminação da Terra pelo Sol durante o
solstício do hemisfério norte (solstício de junho).
Iluminação da Terra pelo Sol durante o
solstício do hemisfério sul (solstício de dezembro).
A insolação terrestre durante o
primeiro semestre do ano de 2013.


A insolação terrestre durante o
segundo semestre do ano de 2013.

Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre por volta do dia 21 de junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de dezembro.[1] Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre em dezembro e o solstício de inverno ocorre em junho. Os momentos exatos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia (consulte a tabela abaixo para os valores de alguns anos).
Data e hora UTC dos solstícios e equinócios entre 2006 e 2025[2]
Ano
Equinócio
Março
Solstício
Junho
Equinócio
Setembro
Solstício
Dezembro
Dia
Hora
Dia
Hora
Dia
Hora
Dia
Hora
2006
20
18:26
21
12:26
23
04:03
22
00:22
2007
21
00:07
21
18:06
23
09:51
22
06:08
2008
20
05:48
20
23:59
22
15:44
21
12:04
2009
20
11:44
21
05:45
22
21:18
21
17:47
2010
20
17:32
21
11:28
23
03:09
21
23:38
2011
20
23:21
21
17:16
23
09:04
22
05:30
2012
20
05:14
20
23:09
22
14:49
21
11:11
2013
20
11:02
21
05:04
22
20:44
21
17:11
2014
20
16:57
21
10:51
23
02:29
21
23:03
2015
20
22:45
21
16:38
23
08:21
22
04:48
2016
20
04:30
20
22:34
22
14:21
21
10:44
2017
20
10:29
21
04:24
22
20:02
21
16:28
2018
20
16:15
21
10:07
23
01:54
21
22:23
2019
20
21:58
21
15:54
23
07:50
22
04:19
2020
20
03:50
20
21:44
22
13:31
21
10:02
2021
20
09:37
21
03:32
22
19:21
21
15:59
2022
20
15:53
21
09:14
23
0:40
21
21:48
2023
20
21:24
21
14:58
23
06:50
22
03:27
2024
20
03:06
20
20:51
22
12:44
21
09:21
2025
20
09:01
21
02:42
22
18:19
21
15:03
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão do hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à superfície da Terra no Trópico de Capricórnio. No solstício de verão do hemisfério norte, ocorre o mesmo fenômeno no Trópico de Câncer.

Referências culturais

Em várias culturas ancestrais à volta do globo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal das religiões pagãs. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas das mitologias persa e hindu reverenciavam as divindades de Mitra como um símbolo do "Sol Vencedor", marcada pelo solstício de inverno. A cultura do Império Romano incorporou a comemoração dessa divindade através do Sol Invictus. Com o enfraquecimento das religiões pagãs, a data em que se comemoravam as festas do "Sol Vencedor" passaram a referenciar o Natal, numa apropriação destinada a incorporar as festividades de inúmeras comunidades recém-convertidas ao cristianismo.

Propriedades

Na linha do equador a duração dos dias é fixa ao longo das estações, com 12 horas de luz e 12 horas de noite (ver cálculo da duração do dia para latitude de 0°). Desse modo os solstícios nessa linha não podem ser obtidos através de dias ou de noites mais longas. Somente podem ser observados através do dia em que o Sol atinge a menor elevação no meio-dia local, podendo o azimute dessa elevação do Sol estar orientado para o norte (solstício de verão no hemisfério norte) ou para o sul (solstício de verão no hemisfério sul). Na linha do equador não há como dizer se um solstício é de verão ou de inverno uma vez que demarcam a separação dos hemisférios norte e sul da Terra.
Nas linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio, os solstícios de verão respectivos a cada hemisfério da Terra coincidem com o único dia do ano em que os raios solares incidem perpendicularmente (ver ilustração).
Nas linhas dos círculos polares Ártico e Antártico, os solstícios marcam o único dia do ano em que o dia ou a noite duram 24 horas ininterruptas considerando a estação do ano: verão ou inverno, respectivamente (ver ilustração).

Ver também

·         Equinócio
·         Verão
·         Outono
·         Primavera
·         Inverno

Referências